sexta-feira, 9 de março de 2007

Templos

“(…) Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé (…)”.
[Ver I Pedro 3:18–20..]Depois de terminar o trabalho que tinha a fazer na Terra pelos vivos, Cristo foi e trabalhou pelos mortos, como sabemos: “Foi e pregou aos espíritos em prisão que haviam sido rebeldes nos dias de Noé”.

Os templos são construidos para a exaltação de toda a humanidade.
Quando o profeta Elias apareceu a Joseph Smith, concedeu-lhe as chaves desta dispensação e, desse momento em diante, passamos a trabalhar na construção dos templos. (…) Existem ordenanças por trás dessas coisas cuja origem remonta a eternidade e cujo futuro continua eternidade a fora; (…) seu objetivo é promover o bem, felicidade e exaltação da humanidade; das pessoas que estão vivas e das mortas e de todas as que viverão no futuro, tanto a dos nossos progenitores como a de nossos descendentes. Esse é o trabalho de uma dessas chaves.

Temos a responsabilidade de ser salvadores no Monte Sião.Viemos aqui para ser salvadores. — “O quê! Salvadores? — Sim.
—Mas como? Achávamos que só houvesse um Salvador. — Ah, não, existem muitos. O que as escrituras dizem disso?” Um dos profetas antigos tratou dessas coisas e declarou que virão salvadores ao Monte Sião. [Ver Obadias 1:21] Salvadores? Sim. A quem salvarão? A si mesmos, em primeiro lugar, depois à família, os vizinhos, amigos e conhecidos, depois, os antepassados e depois abençoarão a própria posteridade. É verdade? É. (…)

Exorto [os membros da Igreja] em todos os lugares, com toda a persuasão de que sou capaz, a viverem de maneira suficientemente digna para possuírem uma recomendação do templo; a obterem uma recomendação e considerarem-na como algo valioso; e a fazerem um esforço maior para ir à casa do Senhor e participar do espírito e das bênçãos lá encontradas. Tenho certeza de que cada homem ou mulher que vai ao templo com sinceridade de coração e fé sai da casa do Senhor uma pessoa melhor. Todos precisamos melhorar nossa vida constantemente.
Ocasionalmente, precisamos deixar o barulho e o tumulto do mundo e atravessar as portas da sagrada casa do Senhor para sentirmos Seu espírito num ambiente de santidade e paz.”
(A Liahona, janeiro de 1996, pp. 57–58.)

“Nenhuma obra é proteção maior para esta Igreja do que as ordenanças do templo e a pesquisa genealógica que as sustém. Nenhuma obra pode refinar mais espiritualmente. Nada que façamos nos dá mais poder.” (“O Templo Sagrado”, A Liahona, junho de 1992, p. 23.)

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